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quinta-feira, 21 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS



JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
PARTE 16ª

E agora partiu da vida
Mas sua luta não foi em vão
Deixando pra nós seu exemplo
A valorosa lição:
Que acredite nos seus sonhos
Não desista fácil não!

Meus poemas de emoção
Objetos da minha mente
Adornam esse cordel
Com verdade reticente
Indelével como amor
Radical e resistente. 

Fortaleza, 14 de abril de 2011, uma noite calorosa!    

quarta-feira, 20 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS



JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA

PARTE 15ª

Era preciso mudar
Haver uma redução
Pra alimentar o progresso
E aumentar a produção
Melhorando assim de fato
Os rumos dessa nação.

Mas essa sua opinião
Era muito conhecida
Desde antes de ser governo
Não a deixou ser esquecida
E quando chegou ao poder
Desejou vê-la cumprida!

terça-feira, 19 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
PARTE 14ª

Venceram decentemente
Com o fruto da aliança
E os segmentos sociais
Um pleito de intemperança
Aonde povo assistiu
A vitória da esperança!

Mesmo sendo governança
Nunca deixou de expressar
O que sempre defendeu
E a maneira de pensar
Que a política de juros
Não era nada salutar.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA

PARTE 13ª

Ao seguir a diretriz
De caráter popular
Aliou-se ao grande Lula
Numa eleição singular
O empresário e o operário
Decidiram se juntar.

Quem iria adivinhar
A junção surpreendente
José Alencar para vice
E Lula pra presidente
Mesmo muitos não aceitando
Aquilo passivamente.

domingo, 17 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
PARTE 12ª

De uma distribuição igual
Para todos da nação
E o grande José Alencar
Fez daquilo a sua missão
Sendo aplaudido por todos
Exemplo de retidão.

E foi seguindo a intenção
De ver seu povo feliz
Que lutou incansavelmente
Contra os males de raiz
Que transforma o nosso solo
Num lugar com dois brasis.

terça-feira, 12 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
11ª PARTE

Candidatou-se então ao pleito
Para ser governador
Perdendo aquela eleição
Tentou para Senador
E que por sua persistência
Tornou-se legislador.

Atuando com primor
No Senado Federal
Presidindo comissões
Do seu jeito fulgural
Defendendo os interesses
E o anseio nacional

segunda-feira, 11 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
10ª PARTE

Hoje tá pra quem quer ver
Toda a força e o resplendor
De uma empresa poderosa
Que demonstra o seu valor
Nos rincões do meu Brasil
E também no exterior.  

O espírito de Condor
Que Alencar tinha no peito
Não o deixara envaidecido
Com tudo que tinha feito
Ingressara na política
Pra viver outro conceito.

domingo, 10 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
9ª PARTE

E dali era realizado
Mais um sonho de Alencar
A famosa Coteminas
Começava a se instalar
Na cidade Montes Claros
Um novo sonho ia brotar.

Ninguém pode imaginar
Que empresa fosse crescer
Tudo fruto de um trabalho
De quem sabe empreender
E que soube na sua vida
Com os erros a aprender.

sábado, 9 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
8ª PARTE

E construiu sua gestão
No campo empresarial
Imprimindo a sua maneira
Singular e genial
Que o negócio foi crescendo
De uma forma magistral.

Mas seu ímpeto colossal
Não o deixou ficar parado
Procurou por parcerias
Elevando o seu legado
Com Luiz de Paula Ferreira
Um negócio foi fechado.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS



JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
7ª PARTE

Mas o seu raio de ação
Na área comercial
Seguiu por outros ramos
Mexeu até com cereal
Através de parcerias
Que aumentou seu cabedal.

Mas o destino fatal
Levou Geraldo seu irmão
Fazendo com que Alencar
Assumisse a direção
Da “União dos cometas”
No ramo da confecção.   

quarta-feira, 6 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
6ª Parte

Ao buscar a liberdade
Fez a loja “A Queimadeira”
Que vendia quase de tudo
Do tecido a batedeira
Nos idos lá de cinqüenta
E foi grande a trabalheira.


Sua vida não foi maneira
Nem quando virou patrão
Morava na própria loja
E lá fazia a refeição
Nem por isso esmoreceu
A sua determinação.

terça-feira, 5 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
5ª PARTE


A função que era exercida
Por ele com muito amor
Deu-lhe a fama muito boa
Por ser grande vendedor
Porém desde muito cedo
Quis ser empreendedor.


E o fruto do sonhador
Foi virando realidade
Com ajuda de seu irmão
Deu início a atividade
De um negócio que era próprio
Naquela mesma cidade.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
4ª PARTE
Já com quinze anos logrou
Um cargo de balconista
Na tal loja “A Sedutora”
De caráter varejista
E no ramo de tecidos
Foi ficando especialista.
A sua vontade otimista
De querer vencer na vida
O levou pra Caratinga
Pra viver a nova lida
Num tal “Casa Bonfim”
Loja muito conhecida.

domingo, 3 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
3ª PARTE

Esse homem de visão
Foi nascer em Muriaé
No distrito Itamuri
E como hoje ainda é
Numa família distinta
Alicerçada na fé.

Pelejou sempre de pé
Com sete anos começou
Ajudando o vosso pai
Em sua loja trabalhou
Com primor e com paixão
Ele não se acomodou.

sábado, 2 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
2ª PARTE

Mas um homem não é marcado
Só por conta de sua morte
É preciso ter na vida
O espírito muito forte
Ser honesto e complacente
Com vigor de grande porte.

Zé Alencar tinha esse aporte
Dentro do seu coração
Pois desde novo aprendeu
A trilhar o próprio chão
Construindo-o na decência
Sendo exemplo pra nação.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

DIÁLOGOS CORDELESCOS


JOSÉ ALENCAR: O ADEUS DO CORDELISTA
1ª PARTE


Terça-feira vinte nove
De março do ano corrente
Aconteceu um fato triste
Que marcara a nossa gente
A morte de um grande homem
Que na vida foi valente.

Encarou a morte de frente
Como se fosse um soldado
Lutando na sua trincheira
Contra o câncer tão malvado
Sucumbiu, mas não perdeu
É indelével seu legado!