quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

DIÁLOGOS CORDELESCOS

COCO TRAVA-LINGUA MORRANIANOS

EMBOLADOR 1
bambo, bema, bime, bumba
Bumba, bime, bema, bambo
Mambo, momo, membro, mumo
Mumo, membro, momo, mambo
Vulto, vila, vela, vala
Tambo, tilo, tela, tala
Tala, tela, tilo, tambo.

OS DOIS
Quero ver você travar
Quero ver você dizer
Mato, massa, maracá
Malva, muco e mussambê(Bis)

EMBOLADOR 2
mela, mile, mola, mula
mula, mola, mile, mela
rela, rola, rima, rata
rata, rima, rola, rela
xaca, xeco, xiça, xunga
sela, sala, sila, sunga
Sunga, sila, sala, sela.

OS DOIS
Quero ver você travar
Quero ver você dizer
Mato, massa, maracá
Malva, muco e mussambê(Bis)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Um dedo de prosa dentro da poesia!

QUANDO O “OUTRO” FALA!


Ao Paulo Eduardo Mendes



Se não me falha a memória
Eu sou aquele dos dias de chumbo nos jornais
O outro sem nome, mas com história
Aquele que vagou a esmo nas ondas dos rádios
Exortando vozes que perdi pelos caminhos do tempo
Lembrou? O dono da voz era o “outro”...
Não o outro... no caso eu! Entendeu?
Deleitei-me nas coxias, transfigurei-me
Encarnei personagens como se fossem minhas próprias encarnações
 Fui eu e outros ou será que fui o “outro” e eus?
Pouco importa!
Quando todos disseram que eu era o “outro”
Eu sempre fui eu!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

DIÁLOGOS CORDELESCOS

GABINETE – (PELEJA DO MOACIR COM O DIABO) – PARTE 4


DIABO:
Meu chicote bem trançado
Vou tacá-lo no seu lombo
Eu só quero ver o tombo
No terreiro acentuado
Você tá amaldiçoado
Tanto aqui como no além
Eu comprei um cartão
Pra viajar no trem
Sem cartão ninguém vai
Sem cartão ninguém vem
Sem cartão ninguém dá
Sem cartão ninguém tem
Tanto vem como vai
Tanto vai como vem
Tanto tem tanto dá
Tanto dá como tem
Nem vem nem vai
Nem vai nem vem
Nem tem nem dá
Nem dá nem tem
Se você for poeta
Faça assim também
Minha casa é palacete
Quem não canta Gabinete
Não é cantor pra ninguém.


MOACIR:
Vamos ver quem nessa briga
Tem as mãos e o braço forte
Não suplique pela sorte
Nem tampouco faça figa
O meu soco na barriga
É pior do que de cem
Eu comprei um cartão
Pra viajar no trem
Sem cartão ninguém vai
Sem cartão ninguém vem
Sem cartão ninguém dá
Sem cartão ninguém tem
Tanto vem como vai
Tanto vai como vem
Tanto tem tanto dá
Tanto dá como tem
Nem vem nem vai
Nem vai nem vem
Nem tem nem dá
Nem dá nem tem
Se você for poeta
Faça assim também
Pare de fazer piquete
Quem não canta Gabinete
Não é cantor pra ninguém.

domingo, 19 de dezembro de 2010

DIÁLOGOS CORDELESCOS

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO A GALOPE! - PARTE 3
Diante da data que é tão magistral
Rendemos mil votos ao povo decente
Amigos, amor,da criança ao parente
A todos que tenham um “quê” fraternal
Que seja bendito mais esse Natal
E o novo ano que não demora a chegar
Sonhando com a paz e o seu triunfar
Bondade, carinho, família e trabalho
Que nada na vida não seja mais falho
Cantando galope na beira do mar.

sábado, 18 de dezembro de 2010

DIÁLOGOS CORDELESCOS

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO A GALOPE! - PARTE 2

A prova de amor que Ele deu a sua nação
Mandando seu Filho para uma lavoura
Jesus nosso rei lá da sua manjedoura
Iria lavrar o mais novo cristão
Devendo cumprir a sagrada missão
De ser o cordeiro que iria tirar
Os muitos pecados de todo lugar
Usando o perdão, louvor, fé, caridade
Jesus é o caminho, o fulgente e a verdade
Cantando galope na beira do mar.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

DIÁLOGOS CORDELESCOS

GALOPES REAIS


Orquídeas de sangue surgem no mundo
Compondo um jardim monstruoso de dor
As armas letais sobrepõem todo amor
Deixando no homem um risco profundo
O mundo inocente se torna infecundo
Escuto as crianças de fome chorar
A nossa esperança já quer se matar
Por não suportar a pesada tristeza
Ao ver que o humano é somente vileza
Cantando galope na beira do mar.

DIÁLOGOS CORDELESCOS

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO A GALOPE! - PARTE 1


Na noite tão turva uma estrela brilhou
Guiando três reis do bendito Oriente
José com Maria; um casal tão decente
Seguiu tudo aquilo que Deus ordenou
No dia da luz em que a graça soprou
Os anjos no céu começaram tocar
Pastores na terra puderam cantar
Louvando os poderes do Nosso Senhor
Pois Ele mandava a sua prova de amor
Cantando galope na beira do mar.